segunda-feira, 14 de maio de 2012


Gia Marie Carangi

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ontem estava assistindo o filme GIA FAMA E DESTRUIÇÃO
filme com angelina jolie
fazendo o papel da linda modelo que ficou conhecida internacionalmente por sua beleza e decadência.
filme que nos faz pensar como é triste o mundo das drogas ,e como tem futilidade neste mundo da moda.
para quem é muito jovem e não sabe quem foi a GIA vai  um pouco sua biografia:

Biografia & Carreira

A infância de Gia Carangi não foi nada fácil, como filha de pais que brigavam constantemente, passou a maior parte de sua pré-adolescência morando com seu pai e seus dois irmãos. Sua mãe havia se separado e ido morar sozinha, já que seus pais não a deixou levar os filhos. Com o tempo, Gia seus irmãos e seu pai montaram uma lanchonete onde ela exercia a função de caixa e, aos 17 anos, cansada de uma vida monótona, cotidiana, queria realizar seu grande sonho e para isso se concretizar resolve mudar-se sozinha para Nova York, para seguir carreira como modelo, pois além de ser extremamente bela como todos diziam, adorava tirar fotos, era muito vaidosa. Seu belo rosto e sua personalidade efervescente a consagrariam como uma das mulheres mais lindas do mundo na década de 1970 e início da década de 1980. Seu rosto foi um dos mais publicados pelas revistas de moda do mundo.
Quebrando vários tabus, Gia Marie foi a primeira modelo a desfilar com roupas de homem e aparecer no estúdio de cara lavada, ou seja, sem nenhuma maquiagem, vestindo um velho jeans rasgado no joelho e assumir que era lésbica, apesar que também se relacionava com homens, preferia se declarar lésbica pois sentia mais atração por mulheres. Por essas e outras transformou-se num mito. Seu trabalho começou a se expandir depois que Gia entrou para Wilhelmina models, uma agência em Nova York que não era muito conhecida na época. Com Wilhelmina Cooper, Carangi trabalhou muito duro. No início as pessoas se recusavam a aceitá-la para fotos, não viam nada em especial, as loiras eram as preferidas, pois na época houve uma epidemia da moda de que a mulher para ser bela devia ser loira de olhos claros, mas isso não fez Gia desistir e nem mudar seu visual para agradar os críticos da moda.
Em 1 de abril de 1979 sua carreira decolou de vez, quando pela primeira vez foi capa da revista Vogue Paris onde foi fotografada por Chris von Wangenheim e conheceu Sandy Linter, que trabalhava como assistente. Seus belos traços impressionavam qualquer pessoa e a tal 'epidemia de loiras' caiu por terra com a beleza morena de Gia.
A partir deste marco passou a ser a favorita de inúmeros fotógrafos como Francesco Scavullo, Arthur Elgort, Richard Avedon e Chris von Wangenheim, seguindo assim, Vogue (EUA) em Agostode 1980, Vogue de Paris em Agosto de 1980, Vogue italiana em Janeiro de 1981.
Gia inicia romances com várias outras mulheres, sendo a modelo preferida de Diane von Fürstenberg, com quem possivelmente teve um caso, e desfilou com Gianni Versace, designer e amigo com quem dividia suas intimidades e segredos. "Nenhuma mulher é verdadeiramente mulher se não for loira". Nesta frase ela se referia a sua namorada, Sandy Linter, com quem teve "o caso de amor" mais famoso e polêmico dos bastidores do mundo da moda, que envolvia muitas brigas, discussões, noites tórridas de amor e escândalos mundiais. Sua personalidade era descrita como linda e selvagem, seu estilo de vida e caráter abalavam a todos conservadores na época, que queriam uma modelo fútil e mimada, como algumas da época e Gia não era nada disso, era comum, simples e verdadeira.
Gia Tinha tudo: Cachês altíssimos, viagens internaconais, o amor de mulheres admiradas e famosas e a paixão de homens milionários, mas se sentia depressiva, sozinha, carente, achava que ninguém a amava de verdade e sempre estava sozinha, pois nunca conseguia manter uma relacionamento estável, nem com namoradas e namorados, muito menos com a família, que ela não falava mais, já que o pai e os irmãos não aceitaram sua saída de casa e a mudança radical de vida para ser modelo. Só pôde contar com o apoio de sua mãe, com quem ela morava junto. Sua mãe tentava lhe mudar, mas Gia era rebelde e não queria mudança, pois gostava da vida que levava, adorava moda, fotos, dinheiro, glamour e amar homens e mulheres. Sua mãe tentava lhe alertar que a vida não era só beleza, festas e fama, pois tudo isso acaba um dia, mas Gia nunca quis ouvir.
Infelizmente, no auge de sua carreira, após vários escândalos, ela se torna viciada em heroína e cocaína, para tentar esquecer suas frustações e tristezas. Nas drogas encontrou alívio para suas crises, para seu desespero em não se sentir amada.
Gia passou constantemente a tentar largar o mundo da moda, não queria mais uma vida de aparências, apesar de adorar o mundo de modelo, queria ser uma mulher comum, como todas as outras, que trabalhavam e tinham suas vidas longe das fofocas de paparazzi.
Com o tempo, fazer sessões de fotos sob efeito de drogas tornou-se usual para Gia, e os fotógrafos aproveitavam de sua inexpressão facial sem saber o que ocorria com a modelo. Ninguém suspeitava que ela ia tirar fotos e desfilar totalmente drogada.

[editar]Declínio

Seu vício tornou-se conhecido por todos quando ela se tornou incontrolável e agressiva. Gia entrou para a lista negra do mundo da moda, que acabou matando-a de verdade. Em março de 1980sua agente de moda e amiga Wilhelmina Cooper, morre de câncer no pulmão, o fato causa uma depressão imensa em Gia Marie, o que a abalou por completo e fez, consequentemente, uma recaída no vício de drogas e logo ela passa a injetar mais heroína, após assinar um contrato com a Elite Models. Dessa vez, ela passa a andar com grupos de drogados e consequentemente compartilhar agulhas com diversos viciados.
O vício em heroína custou sua carreira, dinheiro e vida. Numa de suas sessões de fotos, sua carreira desmoronou ao serem notadas as marcas de picadas de agulha no seu corpo. Em 1980 as fotos da edição da revista Vogue chocaram a todos, pois Gia aparecia em suas fotos com marcas de seringas. Começou a ter crises de violência devido ao uso constante de drogas, chegando a agredir pessoas nos bastidores de suas sessões, deixar as sessões no meio do ensaio de fotos e a dormir em frente as câmeras. Estava totalmente descontrolada.
Em 1981 Carangi internou-se para um tratamento de 21 dias, para acabar com o vício. Na época Gia ainda morava com sua mãe e logo internou-se em uma clínica para um tratamento meticuloso, pois o vício se tornara forte demais. Gia conseguiu ficar limpa, e aparentemente curada, mas infelizmente quando seu grande amigo e fotógrafo Chris von Wangenheim morreu em um acidente de carro, Gia trancou-se no banheiro por horas, cheirando cocaína e injetando heroína, chorando muito. A droga era uma aliada para lhe tirar da sua eterna depressão. Sempre que ela se sentia pressionada, presa, ou perdia alguém, a droga a tirava dos seus problemas.
No final de 1981 Gia tenta voltar ao mundo de desfiles e fotografia, para isso contata a estilista e antiga conhecida Monique Pillard (responsável pela carreira de Janice Dickinson) e assina sua volta ao mundo da moda. Carangi procurou Francesco Scavullo, dos empresários da moda e consegue um a participação na mídia: Ele a colocou na capa da Cosmopolitan em 1982 - um presente - na sessão de fotos ele chegou a colocar os braços de Gia para trás do corpo, pedindo que esta se sentasse em cima de suas próprias mãos. O fato é desmentido por Scavullo, que diz que a pose a que Gia se submete é devido ao fato de que ela estaria um pouco acima do peso. Foi a última capa de revista na qual Gia apareceu. Após alguns eventos e viagens paraAlemanha, Gia foi pega com drogas na África e volta para os EUA algemada, acusada de tráfico, mas é absolvida do processo e não é presa. Sua carreira havia acabado definitivamente.
Carangi inicia no hospital em Eagleville mais um tratamento contra o vício. Após seis meses volta a sua cidade natal, Filadélfia e começa a ter aulas de fotografia e cinematografia. Três meses após total recuperação, sua tristeza recomeça devido a algo que faltava em sua vida e ela não sabia o que era, um vazio, uma solidão que nada curava e assim ela volta com seu vício incontrolável, aumentando cada vez mais as doses, e como não trabalhava mais e precisava de dinheiro para ter mais e mais drogas, ela decide se prostituir tanto com homens quanto com mulheres, sendo estuprada por homens viciados e bêbados em várias ocasiões. Nesse período ela sofreu demais, seu vício se tornara algo descontrolado, seu dinheiro ia todo para as drogas, não se alimentava direito, não ficava em casa, vivia dormindo nas ruas, pedindo dinheiro, além de se vender por poucas moedas, vivia pensando nas malditas drogas, a cocaína e a heroína passaram a ser sua única e louca paixão. Após tanto uso, ela tem uma severa crise de overdose e fica entre a vida e a morte, internada num hospital, para desespero da mãe, que não via mais salvação e nem como ajudar a pobre Gia.
Nessa época, ela sobrevive dessa overdose e começa a ter uma forte crise de pneumonia e muita febre. Ela é mais uma vez internada, dessa vez em um hospital em Norristown, na Pensilvânia. A AIDS foi identificada em seu sistema vital, e Gia vive então seu pior momento: De dor, desespero, descontrole total, sua vida virou um filme de terror e agora ela podia morrer a qualquer hora e isso a fez sofer muito mais e querer drogas novamente. Só sabia chorar e pedir drogas, elas a tiravam do sofrimento, as drogas a faziam esquecer tudo de ruim que vivia, mas agora ela tinha que pagar um preço por tudo que o vício causou em sua vida.

[editar]Morte

No final de sua vida, Gia passou muito tempo internada em tratamento, se curando do vício e controlando o HIV em seu organismo, cada dia mais debilitado, e quem a acompanhou e sempre sofreu por ela foi sua mãe, que sempre lutou para tirá-la das drogas e queria que ela saísse do mundo da moda, para o próprio bem dela.
Gia queria que sua história fosse contada para que outras pessoas tivessem a oportunidade de aprender com sua tragédia. Ela viu que teve tudo que uma mulher queria ter, mas jogou tudo fora pela bobagem de se sentir menos amada e rejeitada, por uma depressão que poderia ter sido curada na busca de um psicólogo. Ao pensar que poderia ter escolhido um caminho mais fácil para viver, isso a fazia se arrepender amargamente da vida louca que teve. Ajudando as pessoas dessa forma, em contar sua tragédia pessoal, sua vida não seria em vão, queria mostrar aos viciados que outro caminho era possível.
Quando começou a se tratar da AIDS, não tinha mais nenhum dinheiro para custear o tratamento, pois gastou tudo em drogas. A ex-modelo mais rica e famosa teve que se declarar indigente e miserável ao governo para conseguir ajuda médica gratuita. A AIDS a fazia sofrer, dores constantes e a agressão dos remédios eram torturantes. A doença a mutilou, a ponto de que osmúsculos se desprenderam do seu corpo, um dia, o mais belo e cobiçado corpo, por homens e mulheres do mundo. Ela emagreceu muito, perdeu os dentes e os cabelos, doenças oportunistas, como pneumoniasarcoma de Kaposi e câncer começaram a aparecer todas juntas e repentinamente se espalharam e tomaram todo o seu corpo, que se encheu de feridas. As dores fortes a faziam agonizar e chorar. Gia Marrie gritava de dor, os remédios a queimavam por dentro, as doenças a faziam sentir dores dilacerantes. E assim, sendo torturada por doenças ela ficou internada num leito de hospital por anos, em plena juventude.
Em 18 de novembro 1986, no auge da juventude, com apenas 26 anos, a tão sofredora Gia entrou para uma parte triste da história como a primeira mulher famosa a morrer por severas complicações de saúde decorrentes da AIDS. Seu organismo não suportou mais tanto tempo de dor, seu emocional não aguentou mais sofrer como nunca na vida.
Durante sua fase terminal, sua mãe proibiu visitas de reportagem e alguns falsos colegas, que só queriam fofocar sobre o estado de Gia, pois ela e nem Gia queriam que ninguém a visse sofrendo de dor e desespero. Gia era vaidosa e não queria que ninguém a visse em estado de calamidade.
Seu enterro ocorreu as 10 horas da manhã, no dia 21 de novembro de 1986. Só sua mãe compareceu a seu enterro, ela que foi sua única amiga em toda sua trajetória de vida.
Scavullo descreveu o fato da morte semanas depois, como uma das maiores perdas do mundo da moda.

[editar]Na cultura

A vida de Gia transformou-se em livro, que foi adaptado para o cinema em filme protagonizado por Angelina Jolie e dirigido por Michael Cristofer: Gia: Fama e destruição.
Existe também um documentário sobre sua vida, Gia: The True Story

[editar]Capas mais famosas

  • França: 'Vogue' - Abril 1979; 'Vogue' - Agosto 1980.'Cosmopolitan' - Outubro 1983
  • Itália: 'Vogue' - fevereiro 1981; 'Cosmopolitan'
  • UK: 'Vogue' - Abril 1979
  • US: 'Cosmopolitan' - Abril e julho 1979; 'Cosmopolitan' - janeiro e julho 1980; 'Vogue' - Agosto 1980; 'Cosmopolitan' - Abril 1982



gente o filme é uma verdadeira lição de vida
de como devemos nos firmar em coisas sólidas.


2 comentários:

Angel Poubel disse...

Você colocou acima o filme inteiro, pelo YOUTUBE!
que máximo, vou assistir!!
bIG BJ ;*
http://angelpoubel.blogspot.com.br

Nana Pinho disse...

adorei o post e com certeza é uma grande lição o filme...Agradeço sua visita no GLAMOUROSAS PLUS sou da equipe e venho retribuir o carinho...visite e siga meus outros blogs tbm...vamos trocar links!

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