domingo, 14 de agosto de 2011


para um pai ausente...

2
Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.

Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?

Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.

Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste


sábado, 13 de agosto de 2011


1
O Pequeno Príncipe, é um romance de Antoine de Saint-Exupéry publicado em 1943 nos Estados Unidos. A princípio, aparentando ser um livro para crianças, tem um grande teor poético e filosófico. É o livro francês mais vendido no mundo, cerca de 80 milhões de exemplares, e entre 400 a 500 edições. Também se trata da terceira obra literária (sendo a primeira a Bíblia e a segunda o livro o peregrino) mais traduzida no mundo, tendo sido publicado em 160 línguas ou dialetos, incluindo o aranês, o amazigh e o xhosa, uma das 11 línguas oficiais da África do Sul. Em Portugal, “O Principezinho” integra o conjunto de obras sugeridas para leitura integral, na disciplina de Língua Portuguesa, no 3º Ciclo do Ensino Básico.
No Japão existe um museu para o personagem principal do livro, um jovem sonhador de cabelos louros e cachecol vermelho.
Esta é a estória de um príncipe que vivia em um pequeno planeta. O narrador anônimo encontra o pequeno príncipe quando seu avião cai no Deserto do Saara. O narrador se empenha em consertar seu avião, quando ele ouve uma pequena voz lhe pedindo para desenhar uma ovelha. O narrador se volta e vê o pequeno príncipe.
O narrador descobriu que o príncipe veio de um planeta tão pequeno que ele podia observar o pôr do sol a qualquer momento que quisesse, tendo apenas que se virar. A razão por que ele queria a ovelha era porque as ovelhas comem pequenas plantas. Ele queria que a ovelha comesse os baobás que eram um grande problema em seu planeta. O narrador diz que os baobás são árvores grandes, mas o príncipe explica que elas começaram pequenas. Contudo, o príncipe ficou preocupado, porque ovelhas também comem flores, e o príncipe tinha uma flor muito especial em seu planeta, uma que ele muito amava. A flor, apesar de bela e cheirosa, era boba e exigente. Mesmo que ingenuamente não tivesse medo de tigres, crendo que seus espinhos a protegeriam, ela exigia que o príncipe construísse uma tela para protegê-la do calor. Ela lhe disse para colocá-la debaixo de uma esfera de vidro à noite para protegê-la do frio.
Apesar de o príncipe amá-la, ele se cansou de ouvir suas palavras e suas exigências, por isso ele deixou o planeta.
Antes de chegar à terra, o príncipe visitou muitos planetas. Um rei vivia no primeiro planeta que ele visitou. O rei ficou feliz em ter um súdito. O rei exigiu obediência. Ele tentou fazer o príncipe ficar, mas o príncipe partiu, pensando em como as pessoas adultas são estranhas.
Um homem presunçoso ocupava o segundo planeta. O homem presunçoso queria que o príncipe o aplaudisse e o saudasse. O príncipe se cansou disso, e quando partiu, estava mais convencido do que nunca de que os adultos eram muito estranhos.
Um bêbado ocupava o terceiro planeta. O príncipe perguntou por que ele bebia. O bêbado respondeu que ele bebia para se esquecer de se sentia envergonhado por beber. O quarto planeta era ocupado por um homem de negócios que não fazia outra coisa senão contar estrelas, dizendo que eram todas dele. O príncipe pensou que esses homens eram tão estranhos quanto os outros. O quinto planeta era o menor, e era ocupado apenas por um acendedor de lampiões, cujo trabalho era acender a lâmpada solitária da rua. Contudo, o acendedor estava exausto, dizendo que seu trabalho já tinha sido muito melhor. Ele acendia a luz da rua à noite e a apagava pela manhã, dando-lhe o resto do dia para descansar, e ele podia dormir à noite. Contudo, o planeta começou a girar mais e mais rápido. O dia durava apenas um minuto, por isso ele tinha que constantemente acender e apagar a lâmpada. O príncipe sentiu muito ter que deixar este planeta, pois os dias curtos significavam que ele tinha muitos pôr do sol.
O sexto planeta era maior e ocupado por um geógrafo. Mas ele era incapaz de contar ao pequeno príncipe qualquer coisa sobre o seu planeta, porque não era um explorador. Ao invés disso, ele pediu ao príncipe que lhe falasse sobre o seu país. O príncipe disse que ele não era muito interessante, porque era pequeno. O geógrafo aconselhou o pequeno príncipe a visitar a terra.
Quando o príncipe visitou a terra, ele não viu ninguém a princípio. Ele continuou andando e por acaso encontrou um jardim de rosas. Ele ficou muito triste ao perceber que sua flor, que ele achava ser completamente única, era apenas uma rosa comum como aquelas no jardim. Então ele encontrou a raposa. Ele pediu à raposa para brincar com ele, mas a raposa disse que não podia, pois a raposa não era mansa, o que o príncipe não entendeu. A raposa explicou o que ela queria dizer, e disse ao príncipe que se ele quisesse um amigo, teria que cativá-lo. Então eles criariam um vínculo, e seriam únicos um para o outro. O príncipe percebeu que sua rosa tinha lhe cativado. Ele voltou todos os dias para ver a raposa, sentando mais perto cada dia, até que a raposa foi cativadaa e eles ficaram amigos. Quando o príncipe foi embora, a raposa lhe disse que ele era responsável por sua rosa, porque ele a tinha cativado.
O príncipe descobriu que ele precisava voltar para casa para cuidar de sua rosa. O narrador ficou muito triste, mas o príncipe disse que eles sempre seriam amigos e que toda vez que o narrador olhasse para as estrelas, ele pensaria no príncipe.
Em suas viagens, o príncipe aprende o que significa amar alguém. Ele descobre o tanto que sua rosa é importante para ele, mesmo que às vezes ela seja difícil. As pessoas que vivem sozinhas nos planetas que o príncipe visita parecem ser uma metáfora da solidão e isolamento entre os adultos. O rei, o homem presunçoso e os outros ficam presos em uma maneira de olhar para si mesmos e interagir com as poucas pessoas que eles encontram, e são incapazes de genuinamente se comunicar. Eles não guardaram nada da mente aberta que podem ter tido quando crianças. O príncipe sai de toda a experiência crendo que vale a pena amar alguém, mesmo que isto algumas vezes traga tristeza.
um dos meus livros preferidos!! por isso postando aqui o link abaixo para vcs ter a oportunidade de ler esse clássico.

  leia o livro aqui
beijocas!!





sexta-feira, 12 de agosto de 2011


poá...no esmalte!!

3
gente poá e super fofo né? imaginem essa estampinha nas unhas?
fica muito meigo!!
confiram:



uma inspiração!!
beijocas!!

quinta-feira, 11 de agosto de 2011


o morro dos ventos uivantes

1
Este é um dos romances mais apaixonados que eu já li. O ambiente sombrio e tempestuoso nos transmite um senso de mistério. Uma estória muito intensa e cativante. É uma estória sobre amor não correspondido e vingança. A maior parte da estória é trazida até nós pela narração em primeira pessoa do Sr. Lockwood e depois por Nelly.

O Sr. Lockwood é o novo inquilino da Fazenda Thrush Cross, de propriedade de um Sr. Heathcliff. Por cortesia, o Sr. Lockwood vai visitar seu senhorio em Morros Uivantes. Ali ele encontra uma moça, um rapaz e Heathcliff. Ele tenta entender a ligação entre eles e termina por entendê-los de maneira errada. Isto aumenta sua curiosidade para descobrir mais sobre essa família muito estranha. Ele persuade Nelly, a governanta, a lhe contar mais sobre estas pessoas.

A estória retroage ao tempo em que Heathcliff era apenas um menino. O Sr. Earnshaw havia trazido para casa um menino que ele havia encontrado abandonado na rua; este menino é Heathcliff. O Sr. Earnshaw tem um filho, Hindley, e uma filha, Catherine, que tem a mesma idade de Heathcliff. O Sr. Earnshaw favorece Heathcliff e isto deixa Hindley muito furioso. Todos os outros membros da fazenda acham Heathcliff estranho, exceto Catherine, que o adora.

Depois que o Sr. Earnshaw morre, Hindley se volta contra Heathcliff, impedindo sua educação e tratando-o como um trabalhador braçal. Ele faz de tudo para erguer uma barreira entre Catherine e Heathcliff, pois odeia a amizade dos dois. Ele tenta fazer Catherine se dá bem com os Lintons. Os Lintons são uma família rica e respeitada que vive na Fazenda Thrush Cross. O filho dos Lintons, Edgar, começa a gostar de Catherine. Isto gera ciúmes em Heathcliff, mas ele tolera a distância entre ele e Catherine.

Um dia Edgar pede Catherine em casamento e ela aceita. Heathcliff escuta Catherine dizendo a Nelly que ela escolheu Edgar, da família dos Lintons, somente porque ela achava que Heathcliff não é um cavalheiro e que casar com ele estragaria sua reputação e status na sociedade. Heathcliff fica muito magoado, deixa os Ventos Uivantes e vai embora.

Catherine fica arrasada. Ela não pode suportar essa situação. Edgar casa com ela para lhe ajudar a suportar a dor. Ela começa uma nova vida com Edgar, mas um dia Heathcliff retorna. Ele se tornou um cavalheiro e agora é tão desejável quanto Edgar.

O conflito emocional de Catherine começa. Ela quer os dois homens na sua vida. Para conseguir isto ela termina ferindo Linton e a si mesma. Ela nunca consegue sair deste tumulto emocional. Ela dá à luz a uma filha de Edgar e morre.

Heathcliff fica arrasado com a notícia da morte de Catherine. Ele se sente como um leão ferido. Ele declara guerra a todos aqueles que lhe separaram de Catherine. Ele jura tomar vingança. Ele então tem um caso com Isabella, irmã de Edgar, e gera um filho com ela.
O resto da estória mostra como Heathcliff destrói Hindley e toma os Morros Uivantes. Ele trata Hareton, filho de Hindley, da mesma maneira que ele foi tratado anos atrás por seu pai. Ele força a filha de Catherine, Cathy, a se casar com seu filho Linton. Então ele se apodera da Fazenda Thrush Cross.

O romance termina com a morte de Heathcliff e Cathy, a jovem que Lockwood tinha encontrado antes, casa-se com Hareton, o outro rapaz.
leia o livro aqui
beijocas!!



terça-feira, 9 de agosto de 2011


batom color trend morango choque

5
comprei o batom da AVON,da linha color trend,cor morango choque,achei super linda,bem cremoso e em mim fixa bem.

confiram o site da color trend ,muita coisa legal e vc fica por dentro das novidades:
beijocas!!


segunda-feira, 8 de agosto de 2011


novidades penélope charmosa!!

1
a linha penélope charmosa da risque ,lançou novas cores!!

Relax da Penelope (azul claro)
Bonequinha Charmosa (amarelo)
Toque de Penelope (rosa nude)
Apuros em Miami (laranja)
Armadilha Tropical (verde)
 Charminho Lilás, Momento Penelope, Penelope Charmosa e Pink Vigarista.
muito fofo as cores pastéis e as mais fortes!!
será tudo nesse verão!!
beijocas!


domingo, 7 de agosto de 2011


plus size look das famosas!

1
a que bom que a linha plus size anda crescendo e fazendo sucesso cada dia mais,confiram o look das famosas:































tudo muito chick!!
beijocas!!

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